quarta-feira, agosto 15, 2007

Facilidades do dia-a-dia...

É como quando você tem aquele emprego onde você ganha míseros R$500.00 por mês. É pouco, mas é o que sempre ganhou, e você até que vive bem com ele. Aí você ganha um aumento, e começa a ganhar $1.500,00 por mês! A vida melhora, você fica mais feliz... e um dia você pensa: "Como é mesmo que eu conseguia viver com R$500.00?"

As vezes estou fazendo algo, começo a pensar, e é exatamente assim que me sinto. Como é que eu vivia antes, sem certas coisas. Um exemplo foi a internet, que comentei no post anterior.

Pensando no mesmo assunto...e tentando lembrar como era a vida sem ela...lembrei da Enciclopédia Conhecer. A maioria das pesquisas eram feitas nela. Fui checar agora (claro, na internet) e a Enciclopédia inteira pode ser comprada por menos de R$150.00. Naquela época...uma fortuna! Pesquisar na Enciclopédia tinha todo um 'charme', mas convenhamos...não era NADA prático!

Hoje fui lavar roupa. Eu tive a capacidade de ficar 3 semanas sem lavar roupa. Pois é... só eu mesmo. Uma diferença aqui em Idaho é que quando você aluga ou compra uma casa, geralmente as máquinas de lavar e secar não estão incluídas, o que é diferente de Maryland e Virginia onde morei. Lá, você muda e deixa tudo...até porque no local novo você também vai ter tudo. Se pensar no Brasil, completamente diferente né... não se deixa nada! Mudou...leva TUDO!

Mas enfim, voltando ao assunto, quando alugamos esta casa que estamos, as máquinas de lavar e secar não estavam inclusas, e as nossas, deixamos em Maryland para os nossos enquilinos de lá. Como pensamos em comprar uma casa aqui ano que vêm, nem quis me preocupar com isso agora. Enquanto isso...vou lavando roupa numa LaundryMat aqui pertinho de casa.

Sabe, a vida aqui é BEM menos complicada... Lembro da minha mãe, do trabalhão que ela tem lavando roupas, e me dá até um arrepio! Lembrei disso porque um dia desses, vendo um blog por aí que eu não lembro qual, lí que a pessoa estava brava porque ía chover. Aí fui ler os comentários, e alguém disse: "Bem hoje que eu tinha que lavar roupa!:.

Ai não... aí lembrei que tem que lavar, aí pendurar, se chover tem que tirar a roupa do varal, aí... põe de novo, e além de tudo isso, ainda tem que passar! É muito martírio!

Lembro que minha mãe saía de casa, e sempre dizia: "Se chover, você não me esquece de tirar a roupa do varal!". Aí... dá até medo né?!

Mas voltando, hoje fazer a minha 'laundry'. E vou detalhar o processo p/ o pessoal do Brasil que não sabe como funciona uma LaundryMat.

Cheguei lá, coloquei aquele mundo de roupas em 4 diferente máquinas de lavar. O ciclo demora 34 minutos (não me pergunte o porquê da precisão do número, rs). Enquanto isso, fui pra casa, tomei café da manhã, fiz o mesmo pra Becca, troquei-a de roupa (ela ainda estava de pijama) e voltei. Passei tudo pra 4 máquinas de secar. Mais 32 minutos. Fui no WalMart, fiz umas comprinhas. Voltei... as roupas obviamente não estão passadas, mas estão desamassadas os suficiente p/ não precisar passar. Dobrei tudo, voltei pra casa... e pronto! Em menos de 2 horas lavei e sequei 3 semanas de roupa suja. E gastei apenas 9 doletas. Tem noção?! Agora diz... consigo viver sem máquina de secar?!

Outra coisa.... o bendito DVR! Depois que tive o primeiro, não consigo viver mais sem. Pra quem não sabe, DVR significa Digital Vídeo Recorder, ou seja, um aparelho que grava o que vc quiser da televisão, assim, sem dvds ou fitas cassete. Acho que no Brasil há marcas p/ o DVR e não sei qual o nome.

Mas enfim, ele pausa, retrocede, avança (até o ponto 'ao vivo'), recorda...faz tudo o que vc quer com os programas de televisão. Mil vezes me peguei sem entender alguma coisa dita... é só voltar e assistir de novo. Quer fazer xixi e não dá pra esperar o comercial? É só pausar... vai lá, e depois continua. Dois programas que você quer assistir, todos passando no mesmo horário? Fácil... grave os dois! Pois é, o DVR faz isso. DVR é o máximo! Nada mais de intorremper alguma coisa porque o que você quer assistir está passando. Nada de correr pra acabar o jantar logo, ou ficar apertado pra ir ao branheiro. Nada de ficar procurando fita de vídeo pra gravar um programa. Isso é coisa do passado!

E a lista vai... máquina de lavar louça, carro automático, triturador na pia... etc, etc, etc...

E você, também tem coisas que não consegue mais viver sem?!

terça-feira, agosto 07, 2007

Apareceu a margarida, olê olê olá....
Não que fosse de propósito, mas meu computador resolveu infectar-se com um vírus pra lá de danado. Fiquei quase uma semana inteirinha 'off'. É uó.... Como é mesmo que se vivia antes da internet? Porque sinceramente, eu quase pirei!
Parece que tudo o que eu vou fazer, uso a internet.

Vou pra tal lugar... pego as direções no mapquest.com.

Quero saber do tempo... entro no weather.com

Me pediram pra chegar passagens... são tantas opções, mas agora não vivo sem o kayak.com.

Como saber das notícias do Brasil?... só pela internet mesmo... globo.com

Qualquer duvidazinha que tenho, seja o que for!.... lógico, google.com

Saber como minhas amigas (e até algumas desconhecidas) estão... tenho que checar os blogs! Ai...agora vou conseguir de novo...finalmente.

E por fim...ainda tem essa: Quando minha mãe precisa falar comigo, o que ela faz? Me manda um email, assim eu ligo pra ela.!

E aí, tive que comprar um novo software por 30 doletas pra ressuscitar meu pc. E o dinheiro vai...mas é por uma ótima (e essencial) causa.

Mas enfim... hoje vim mesmo pra agradecer. Agradecer muito! Depois de tantos comentários cheios de idéias e palavras de apoio... estou muito, MUITO melhor!

Agora já andei checando Community Colleges (aqui perto só tem um, mas está bom pra começar). Decidi que agora-agora...não quero um emprego definitivo e que tome muito o meu tempo...mas continuo aberta para posições que me paguem razoavelmente bem (tem que valer a pena!) e que me ensinem algo produtivo. Sabe assim... a porta está aberta. E continuo dizendo: "nunca digo nunca."

Nesse meio tempo, vou continuar a cuidar de mim... aproveitar muito a Becca (que parece que quer correr a proxima maratona), e... ver as opções que me aparecem. Começar a ver alguns cursos é o meu objetivo principal. E...nesse meio tempo, vou dando uma bisbilhotada nos empregos... sem pressão. Aliás, os melhores empregos que já tive apareceram assim...quando eu menos esperava.

Mas de novo... queria dizer que li, reli, e depois lí mais uma vez todos os comentários... todinhos (inclusive o seu, viu Flavia Mariano!). Amei os pensamentos. Gostei DEMAIS das idéias. Pensei em todas as possibilidades que vocês me deram. Pesquisei bastante, viu?! E vou continuar pesquisando....porque agora, meu computador funciona!

Vcs são o máximo!

Bjs,

quarta-feira, julho 25, 2007

Só para os de bom coração...

Primeiramente, amei os comentários deixados na ‘história de amor”. Bom saber que tem gente vê algo em comum, gente que já passou pelo o que eu passei, gente que só gostou porque gostou.

E as palavras de carinho…vocês não tem noção do quanto me fazem bem! Obrigada viu?!! Desculpe se deixei alguém preocupada, não foi a intenção...

É por isso que decidi vir aqui contar o que anda me atormentando. Quem sabe, talvez eu esteja apenas fazendo uma tempestade num copo d’água. Mas…

Ai…

Os dias passam, e eu sabia que uma hora isso ía acontecer. Eu iría me incomodar com a mansidão, com o nada à fazer. E com a cabeça quase vazia, eu iría enchê-la de problemas.

Desde a semana passada ando numa tristeza que ninguém merece. Nada me alegra, nada me contenta. E eu só fáço pensar no que eu podería fazer, mas não… Nada me atrai. Uma angustia chata que não sai do peito.

Quando penso numa coisa boa, logo em seguida penso em algo ruim sobre a mesma coisa.

Por exemplo… penso em como é bom estar em casa com a Becca, e logo em seguida penso em como eu estou “perdendo” tempo não fazendo coisas mais produtivas. É óbvio que estar com ela é ótimo, é prazeroso, não é perda de tempo de forma alguma (falando nisso, ela começou à dar os primeiros passinhos!), mas penso que eu podería estar trabalhando e ela podería estar se enturmando e fazendo amiguinhos.

O lado bom em estar em casa é que pelo menos em uma coisa ando me empenhando, como prometi à mim mesma que iría fazer. Saio pra andar/correr com a Becca todos os dias, e até agora emagrecí 6 kilos (só faltam mais 10 - só).

Mas de novo, quando me dou conta do quanto foi ótimo o Brandon ter mudado de emprego, logo em seguida me sinto culpada por estar em casa, e não fazendo algo pra ajudar também. E ele é tão bonzinho, que quando comento minhas frustações, ele diz que alguém tem que cuidar da nossa filha, e que isso não é trabalho à toa.

Mas sabe quando você não consegue outra coisa à não ser procurar pêlo em ovo? Sei que martírio é tolice, mas também não consigo “me desligar”.

E em cima de tudo isso, as coisas continuam não boas no Brasil, e me sinto mais culpada ainda por estar aquí, e não lá. Me sinto egoísta... sinto que não faço o que devería fazer.

Trabalhar na Grantops foi algo ótimo pra mim. Depois de alguns anos fora do “real mercado de trabalho” , voltar às antigas e mostrar do que sou capaz me fez um bem tremendo. É por isso que quando decidimos mudar, eu aceitei que não faría nada por algum tempo porque não precisava mais daquela afirmação de que era boa em alguma coisa.

Mas eu sou 8 ou 80... Só me empenho pra valer quando estou muito à fim de algo. Caso contrário, nem me animo. Admiro que é diferente; Quem é pau pra toda hora, quem não pára no ponto. Sabe, admiro que se anima e faz coxinha ou pastel pra vender, ou faz coisas decorativas em casa, etc, etc etc… Não adianta, esse tipo de coisa não é comigo.

Eu posso estar reclamando demais, mas as coisas aqui em Idaho não são como onde viví antes. Como sempre, todo local tem o seu positivo e o negativo. O custo de vida é bem mais barato, childcare também…metade e às vezes até um terço do valor. Masss, aqui também ganha-se muito menos. Até trabalhos em escritório que em outros locais pagaríam uma fortuna.

Fui lá, de novo, me registrei no career builder (site de empregos), e surpresa…uma operadora de turismo estava contratando…assim, serviços com a minha cara, coisas que fiz por tanto tempo. A responsável pela contratação estava mais empolgada do que eu, pois eu me encaixava bem no perfil. Mas, tem sempre um ‘but’. A empresa iría contratar e só depois do treinamento de 3 semanas havería um sorteio pra dizer que ‘turno’cada um iría trabalhar. Podería ser durante o dia, mas podería ser até perto da meia noite também. Então já viu…não dá.

Aí penso que devería tentar algo de novo, alguma coisa nova… e são tantas coisas que caberíam no meu perfil que no fim das contas não me animo a fazer nada. Podería tentar ser interior designer (decoradora) porém preciso estudar pra isso. Gostaría de escrever um livro (sobre o quê?), também me daria bem trabalhando num escritório… aprender à ser contadora ou na parte de health care, que aqui é um negócio e tanto.

No fim das contas pensei que devería voltar à estudar, principalmente porque posso conseguir um degree online e então me empenhar em construir uma carreira aqui (que nos EUA exije mais do que eu tenho à oferecer)…mas depois de me informar direitinho percebi que talvez não vale à pena ter mais-uma-dívida para acrescentar à nossa longa listinha de débitos.

Outra coisa que conta é a idade… não sou velha, mas convenhamos…não tenho mais meus 20 aninhos pra começar tudo fresquinho.

Será que eu tenho que sossegar o faxo e me focar em apenas ser mãe?! Sei lá…talvez seja hora de engravidar de novo… rsrs. Veja bem, agora que já casei, será que devo comprar uma bicicleta?!

Sem brincadeira agora…alguém aí já esteve na mesma situação? Sim ou não, será que dá pra dar uma opinião e uma “clareada” na minha visão?! Porque vou te dizer… está pra lá de ofuscada.

Bjs,

domingo, julho 15, 2007

Ah, O amor! Parte 2

(post l.o.n.g.o...)

Alguns meses depois que cheguei aqui nos Estados Unidos, conhecí MUITA gente pela internet. Quer dizer, antes de chegar aqui também… mas dá pra escrever um livro se contar todos os alguns encontros que aconteceram, mas principalmente os muitos que “quase“ aconteceram. Fiz muitos amigos, mas nada que virasse um relacionamento sério. Talvez eu não estivesse preparada, ou realmente com vontade que alguma coisa desse certo.

Aí eu vim para os EUA. Uau….! Cada encontro parecia mil vezes melhor de todos que tive no Brasil. Acho que era porque no fundo no fundo, meu príncipe encantado tinha que ser estrangeiro, rs. T-o-d-a-s as pessoas diziam que eu iría para os EUA e que não voltaría mais. E eu dizía que todo mundo era louco. Mas…não gosto de cuspir pra cima porquê, sabe, um dia sempre cai na cara.

Bom, mas voltando ao assunto… entrei naquele site, que já contei aqui mil vezes (Lavalife), e comecei a conhecer gente. Tudo bem seguro, lugares públicos… um café aqui, uma cerveja alí. À princípio nada com pensamento de ‘namoro’, mas pra conhecer gente mesmo…afinal, no começo quase não tinha amizades ainda (vai lá no Lavalife e você pode escolher o tipo de relacionamento que está à procura - amizade, relacionameto, etc).

De novo, conhecí MUITA gente legal…até cheguei a namorar por um mês “um lá“… que no fim era o mesmo safado, sacana, sem muito futuro; daqueles que eu já tinha me deparado dezenas de vezes antes.

Mas…com os que valiam a pena, eu continuava com aquela história: “Esse não se veste bem”, Esse é muito baixinho”, “Ai, esse aqui não vou poder apresentar pra família“….Esse, não tenho nem desculpa, mas…sei lá”.

Não digo que estava errada, porque estar com alguém sem “química” nenhuma, também não dá! Mas caso contrário, não estava dando nenhuma chance pra qualquer relacionamento que tivesse algum futuro, só porque encontrava mil e um defeitos… No fim a pessoa tinha que ter todos os atributos da minha “listinha”de standards. E nisso, o tempo vai passando, a idade vai aumentando...

E vou te falar…. O que tem de homem aqui nos EUA… (ou pelo menos na região de DC onde morava), não está nos quadrinhos.

Até que um dia, um Sábado de noitinha, entro na internet. Tinha trabalhado o dia inteiro, estava chovendo, estava cansada e arrasada sem nada pra fazer. Começo a ver se tinha recebido algum ’smile’. Até que “ele” começa aquela conversa boba…”oi, tudo bem”etc, etc… Conversamos menos de 10 minutos. Perguntei se ele queria ir tomar uma cerveja. E foi aí que tudo começou…

Quando encontrei com o Brandon… houve vários “nãos“. Não gostei do jeito que ele andava. Ele apareceu usando uns óculos ridículos. Ele tinha uma costeleta e-n-o-r-m-e. Ele ía muito ao banheiro. Não se muito bem… quer dizer, na primeira vez, nem bem nem mal. Sabe assim…whatever.

Massss…. A conversa foi ótima. Ele me deixou muito, mas muito à vontade. Conversamos por mais de duas horas - mesmo que no fundo eu ficasse pensando se ele era fã do Elvis pra ter uma costeleta daquele tamanho ou o quê…e outras coisinhas mais. Pra variar, pensava mais nos negativos do que os positivos, Coisa de mulher? Talvez, deve ser…

Fui pra casa. Achei que não ía dar em nada. No Domingo ele me ligou. E nada aconteceu, nem uma aceleradinha no coração. Nem um alívio que a ligação veio. Nada. Sabe assim…: “Tô nem aí, tô nem aí…”

Mas na segunda-feira nos encontramos de novo. O lado positivo dele é que não era insistente. Não queria “ou tudo ou nada”. Apenas me encontrar já estava de bom tamanho, pelo menos pra começar. Isso me cativou.

Foi aí que resolví conhecer a casa dele… e foi também aí que essa nossa história quase não aconteceu.

Ele morava sozinho. Com um cachorro (pois é, o Logan). Quando entrei na casa, desespero total!

Quase não tenho palavras pra descrever… nojento, nojento, n-o-j-e-n-t-o!!!! Tudo, tudo que você possa imaginar! Tinha cocô de cachorro na sala. Maldita a hora que entrei na cozinha… pratos e copos que deviam estar na pia por semanas…com mofo, cheirando. Lixo que também devia estar lá por muito tempo. O quarto, ai. Não gosto nem de lembrar… roupas espalhadas no chão, perto de onde o cachorro fez xixi (na beira da cama). O banheiro…. bom,..indescritível. Passo mal só de lembrar, sinceramente...

Quase morri. Não queria ficar, Não queria alguém tão nojento assim.

Fui pra casa. Pensei, pensei, pensei. Que encrenca era essa que estava me metendo? Nos vimos de novo, eu me sentia à vontade com ele, sabe assim, eu podia ser “eu mesma”!. Mas só de lembrar da casa dele, ai!

Na semana seguinte, ele me convidou à ir pra casa dele de novo, e disse que tinha “contratado” a vizinha dele pra dar uma ajeitada na casa. Sendo assim, resolvi ir. A casa estava - quase - normal. Ela fez o que pode… e o Brandon fez jantar, me paparicou toda, e no fim das contas, foi ótimo!

Um mês e meio depois chegaram minhas ferias. Eu ía pra Boston, depois pra New Jersey, e depois voltava pra casa. O convidei pra ir pra Boston comigo (mais pensando na carona), e não é que ele aceitou? Assim, na hora? E olha… no mínimo 8 horas de viagem (o que no final durou 12). Passamos o fim de semana lá, ele me deixou e voltou t-u-d-o sozinho.Pronto, aí estava a prova de amor que eu estava esperando…

Quando cheguei em New Jersey, passei 2 dias lá, e na segunda tarde, empolgada (de caipirinha) e conversando com a amigas, ligo pra ele e pergunto se ele pode me buscar (só pra testar, afinal eram 4 horas de viagem). De novo, inacreditavelmente, ele disse que sim…e que em 1 hora estaría saindo de casa. Uau…!

Pronto…o rapaz que eu pensei que jamais ficaría apaixonada havía me conquistado! Ele era bonzinho demais! (O que já é um 'turn-off'pra muita mulher), mas dessa vez não foi.

Update: Até que a Vivi lembrou de um porém desse dia. Disse pra ele que iríamos sair, ir num nighclub (onde ele foi nos encontrar, depois da longa viagem de 4 horas) e ele chega lá de bermuda e sandália. E eu toda emperequetada. Bom, não preciso dizer que não deixaram ele entrar... apenas minhas amigas. E ficamos esperando do lado de fora até elas saírem... Eu fiquei doida!

Era uma relação de amor e ódio. Porquê ele não podia ser "normal"?... Bom, até que….

Chegamos novamente na casa dele. Aí o desespero voltou. A ânsia, o pesadelo…o drama.

Passei dois dias inteirinhos limpando a casa. Quase não sobreviví…Sacos e sacos de lixo consegui tirar de uma casinha de 1 quarto. Quase vomitei algumas vezes. Na minha cabeça eu tinha mil dúvidas se realmente conseguiría me relacionar com alguém que vivesse assim. Na verdade, estava quase decidida à não levar isso adiante, só precisava alguém que me desse razão. E sei que a maioria das minhas amigas diriam que eu estava certa… que deixasse pra lá...que eu mereço mais, etc, etc...

Foi aí que em prantos liguei pra minha mãe. Ela me fez sentir uma tola…fazendo uma tempestade num copo d’água. “O que importa numa pessoa são os valores, decência, caráter”disse ela. “O modo como ele se veste, se onde mora está limpo ou não, isso você pode ajudar. Agora, bom caráter, ou ele têm ou não”.

Me senti realmente tola. Depois me senti melhor, pois não tinha tomada nenhuma decisão besta. Realmente percebi que estava fazendo uma grande tempestade, e que esse relacionamento merecia uma grande chance.

O Brandon só precisava de “direção”. Era a primeira vez que morava sozinho, e ele não estava nem aí! Quando conhecí a família, percebi que estava no lugar certo. Do resto, tudo melhorou…ele cortou a costeleta, começou a se ajeitar mais (embora até hoje tenha uns probleminhas), e até me ajuda à limpar a casa!

E é aí que lembro que essa não foi a primeira vez que agí desta forma. Já fui chata, fresca e mesquinha diversas vezes. E olha que não sou nenhuma "America's Next Top Model"…rsrs... longe disso! E outra, com certeza tenho v-á-r-i-a-s manias que devem enfurecer o mais paciente dos seres. E muito! Quem não têm? (pois é, você tambêm deve ter!)

Eu sei que muita gente está na mesma posição que eu estava. Afinal, sou a mesma mortal, cheia de sonhos. Mas será que não é hora de reavaliar os nossos conceitos? Como disse a Cristiane, será que não é hora de nos desligar do complexo de Cinderela? De novo, não aceite menos, nao inferiorize-se, apenas….faça uma reavaliação. Quem sabe, como eu, vá descobrir que há coisas que são bobagens...

E pensar que quase virei as coisas para este homem por coisas tão mesquinhas! E quase deixei passar essa pessoa que me faz tão feliz! E que cuida de mim… E que hoje posso dizer que devo amá-lo mais do que ele à mim!

Mais certeza que esta história tem final feliz? Bom, uma prova é essa coisinha linda que foi feita com tanto amor. E bota amor nisso!

sábado, julho 07, 2007

Ah, O Amor... (parte I)

Andei pensando sobre isso, como nossa vida é interessante …e como muitas vezes nós complicamos tudo...

O amor. Que atire a primeira pedra quem não vive por conta dele. Seja amor pela família, pelo trabalho, pelo esporte, pelos amigos, e convenhamos… pelo amor da nossa vida. É, aquele um, que sonhamos nos trazer felicidade total e sem tamanho.

Já sonhei, já realizei, já sofri demais, já bati a cabeça i-n-ú-m-e-r-a-s vezes. Não que isso tenha sido meu sonho de consumo, mas consequência dos meus próprios desejos - muitas vezes sem razão - e de um coração complicadíssimo. E bota complicado nisso!

Começaram com os sonhos. Se eu for comparar com a maioria, tudo aconteceu meio tarde pra mim. Massss… como não sou a maioria, acredito que algumas coisas poderiam ser até mais tarde. Mas foram assim…

O primeiro beijo foi aos 16 anos (verdade!). E acredite se quiser, com a pessoa que muito no futuro seria o meu primeiro marido. Mas antes disso me frustei. Errei - admito. Pois é, e errei de novo, e de novo, e de novo. Ou quem sabe podería dizer que era imatura, ou digamos, um tanto inconsistente.

Pra encurtar um pouco esse começo, o primeiro beijo um dia virou casamento. Eu sempre fui muito pela emoção, e sinceramente, casei por paixão e por amor. Esperava que durasse a vida inteira - embora eu fosse a única que estivesse tendo essa visão. Mas sinceramente, eu acreditava nos meus sentimentos.

Foi aí que descobrí que uma relação é baseada no sentimento de duas pessoas. Assim, ponto. Sofri. Me reergui. Doeu mais um pouco. Sofri mais um tanto. Me reabilitei. Me engrandeci demais. Entrei numa auto-destruição amorosa.

Depois da primeira experiência, cheguei a dizer que a minha filosofia era a do Fabio Jr: Pra quê me importar? Vou casar quantas vezes for necessário. Não deu certo, caso de novo.

De onde foi que tirei essa idéia mais tola? É que o coração parecía endurecido, mas no fundo no fundo, não estava. Só quería amor de verdade. Compreensão. Carinho. Não queria mais futilitidade, ou ligações não respondidas, muito menos noites mal dormidas.

Olhando pra trás, me deparei com o que acontece com muita mulherada por aí. Parece “aquela fase”, quando conseguimos tudo, menos encontrar encontrar alguém que realmente nos ame. É, a tampa da panela, a outra metade da laranja. Parece aquela época que “ninguém que eu amo realmente me quer. E quem me quer… deixa pra lá, não deve valer a pena.”

Qual é?!!! Isso é muita falta de auto-estima! Ou de direção. Ou de lucidez.

É incrível, mas parece que todas as mulheres gostam do cara que não quer nada com a elas. Parece que escolhem à dedo, os mais sacanas, os mais safados. E aí sofrem, se descabelam, e gritam aos 4 cantos do mundo como a vida é injusta.

Um dia a euforía passa, e depois de mil anos nos esbarramos com o mesmo cara, e pensamos: “Ainda bem me livrei dessa”. Hoje, estando bem com a vida (pelo menos na parte amorosa) me deparo com esses que um dia fui extremamente apaixonada. Sabe o que aconteceu? Uns 7 ou 8 entre 10 ainda estão sozinhos, ou acabados na vida, totalmente deploráveis. Ou, com 2 ou 3 filhos, um com cada mulher. E outra…não são mais bonitos como antes. Sabe, aqueles, os mais garanhões, os mais lindos, os que pareciam mais bem-sucedidos.

Será que o problema estava em mim, or somewhere else? Nem preciso responder.

Outra coisa que aprendi (nesses muitos 30 anos de vida, rs). A gente escolhe demais.

Quando pensamos naquele ser, sonhamos com um príncipe (ou princesa) encantando, que nos trará felcidade total. Se a pessoa não é e-x-a-t-a-m-e-n-t-e o que esperamos, muitas vezes nem damos bola, porque…sabe, com esse aí, não dá!

Eu tinha meu sonho. O que sería ideal pra mim. Ele tinha que ser alto, olhos claros, bom fisico, determinado, bem sucedido (ou quase lá), e que me amasse incondicionamente. Trocando em miúdos, que me amasse mesmo se eu estivesse magra, ou gorda, ou de TPM.

Putz… descobri que ele casou com a Jennifer Aniston. E olha só… nem era tão perfeito assim, porque à traiu e trocou aquele mundo de mulher pela Angelina Jolie (convenhamos, decisão super difícil).

Ai. Mas sério… Essa pessoa, é MUITO difícil de achar. Mas, o melhor é que percebí que não precisa ser perfeito assim. Algumas coisas não são necessaries pra felicidade. NÃO MESMO!

Ainda nesse meio tempo, me apaixonei pra valer…por aquele namorado da Turquia. Ele viu mil e um impecílhos na nossa relação. A idade (eu era mais velha), a distância, a cultura, etc, etc. Eu não vía barreiras, mas mais uma vez, lembrei que uma relação é baseada em duas pessoas. Quando soltei a corda do relacionamento, ele acabou… porque eu à estava puxando sozinha.

Hoje, adivinha… ele está puxando até o ultimo fio de cabelo por não ter se comprometido mais, investido mais na relação. Sério mesmo…até hoje não arrumou outra namorada, e todos os amigos dizem o quanto ele é burro. E…. tenho mais pelo menos 3 mais histórias destas (reais) pra contar. Mas foi só uma pra mencionar.

Mas e aí?!!! E se a história for com você?! E se for você que está sendo muito exigente, muito ‘picky’? Já parou pra pensar? Imagino que você tenha os seus ‘standards’, que vai do físico ao intelectual. Mas e aí… quando procurar alguém, vai ter que ser assim…tin-tin por tin-tin?

As vezes não, eu sei… sempre pensamos “qual é, será que estou pedindo demais?” Pelo amor de Deus, não quero dizer que vc tenha que diminuir os seus critérios, apenas ser mais racional - um pouquinho antes de cair por amor por inteiro. Uma coisa é boa (e vai por mim) mas dê uma chance, e escute os mais velhos.

Escutar os mais velhos? Pois acredite, essa minha história de amor com o Brandon quase não aconteceu. Mas isso fica pro próximo post...

Bjs,

quinta-feira, julho 05, 2007

Tudo de bom!

Ai, nada melhor do que receber amigos... Estava precisando conversar cara a cara com gente que me conhece. Pessoas importantes, amigos de verdade. Pois é, muito bom mesmo!

Ela chegou quarta de tardezinha... quinta e sexta foram dias pra botar as fofocas em dia, caminhar (e tentar correr), e mostrar o lado mais feinho de Nampa.

Mas o restante, nada melhor do que resumir em fotos, não é?!

Pois então, ela ficou encantada com as fotos da minha visita anterior , sendo assim, decidimos ir pra Silver City. Perto do feriado de 4 de Julho, a cidade não estava tão fantasma assim, pelo contrário, bem cheia de visitantes. Mas valeu mesmo assim...

Aqui, a Jan... e no fundo, quase despencando, o Idaho Hotel...

E não é que estava aberto pra visitas? MUITOOO bom, tudo muito antigo, do jeitinho que era antigamente. Impressionante. Mas... não quis ficar lá dentro muito tempo...pois o chão estava meio esquisito, e aí lembrei da condição 'estrutural' do prédio.

São 20 milhas da cidade ao asfalto... a viagem em sí é linda, passamos por Canyons como este acima. Maravilhoso!

Sábado à noite, girls night! Pois é, marido que se preza, leva e busca a mulher. Foi muito bom, saímos em Boise, que tem uma vida noturna até que agitada. Foi como nos velhos tempos. 3 barzinhos, musica ao vivo, bilhar (que eu ganhei, lógico), e risadas.

Olha até o que ela encontrou em um dos barzinhos! Parece aquelas farmácias antigas...

Domingo, ultimo dia, não poderia faltar uma pescaria. Dá pra notar, foto tirada às 9:11 da noite! Pois é... aproveitando até o último minuto.

Lindo... que calma que dá!

Becca tbém gostou...

E o que ela aproveitou com a 'tia Jackassa', nem te conto....

Valeu demais tê-la por aqui... Espero que vc tenha aproveitado tanto quanto eu. E...espero te ver em breve.

* Respondendo

Flavia... eu dou bola sim pros comentários :). E muito... e que bom saber que vc sempre teve vontade de conhecer Idaho. Vou tentar tirar mais fotos daqui e colocar no blog. Logo, logo! E saiba, vindo p/ estes lados, me avise!

Fiquei feliz em saber que muitas identificam-se com a minha realidade... estar meio distante de tudo e todos. Às vezes gosto, as vezes não. Depende do meu humor de cada dia. Há dias que amo tudo, dias que odeio. Faz parte né?! Do melhor, saber que o Brandon está ótimo, amando a mudança e dando-se super bem no trabalho.

Que bom que vcs acompanham tudo isso... assim não me sinto só. E não deveria. Acreditem, mas uma brasileira de Cuiabá acabou de me encontrar, e vendo como a nossa vida está, sinto que devo agradecer mais do que reclamar.

E bola pra frente...

Bjs,

quinta-feira, junho 28, 2007

Falando em amigos...

Adivinha?!

Eu posso estar morando na PQP, ela vêm me visitar....

JAN!!!! Você está comigo em Idaho! Quem diria, hein....

Batatas pro jantar?!

Love you...

Mais detalhes da visita...soon.

terça-feira, junho 19, 2007

"Semancol"

Às vezes (ou muitas vezes) eu me irrito. Pior ainda é se me deparo com gente sem bom senso ou que é cara de pau.

Como todo mundo já sabe, já fui au pair, já fui nanny, baby sitter, babá, sejá lá o nome que vc queira dar. Existem pais de toda forma que vc pode imaginar. Os mais durões, os bacanas, os que sabem tudo o que acontecem com as crianças, os que nem sabem a última vez que eles tomaram banho.

Na educação, varia mais ainda... existem os detalhistas, os liberais, os que querem que vc eduque, os que querem que a criança seja o rei ou rainha da casa. Até aí, mesmo que você discorde, quem tem o direito de ser e agir como for, são eles. Se você está sendo paga pra cuidar das crianças da forma que eles querem, tem que fazer como eles decidam (mesmo que sempre demos a nossa singela opinião).

Tem gente que faz favor... eu sou uma delas. Se uma amiga precisar, estou aqui. Até porque, 'só peço em último caso, mas muitassss amigas minhas já "babysitaram" (gostou da gramática?) a Becca.

Eu sou do tipo liberal. Ainda mais se alguém está fazendo um favor pra mim. Se eu for pagar, de repente eu exija um pouquinho mais, mas sou da opinião que o quanto mais confortável a pessoa estiver, melhor vai cuidar da minha criança. Claro, não quero que vire a casa da Maria Joana, mas sabe, eu sei que minhas amigas têm bom senso.

Bom, eu tenho vizinhos (dahhh) "eles"são legais... quer dizer, o marido é bemmm legal, e a esposa, bem.

Começou no dia da nossa mudança, ela apareceu, bem simpática, apresentou-se, as crianças também. Trouxe sucos, achamos o máximo. Um dia depois ela nos convidou pra jantar. Hmm, estava ficando melhor ainda!

No manhã do dia do jantar, ela veio aqui em casa e pediu se eu podía ajudá-la a colocar uns quadros na parede - sabe, falar se estavam na mesma simetria, etc. Chegando lá, ela não pedia, mas mandava eu colocar o quadro assim, ou assado. "Agora, segura mais pra esquerda" "Vai alí e empurra a mesa de onde está p/ eu passar". Assim e muito mais, sem nem um "por favorzinho" no meio. Nenhum! Nadica de nada. Mas...deixa pra lá, eu não sou de me encrencar por causa disso.

No jantar, eu do jeito que sou, fui ajudar a tirar os pratos, copos, etc... e ainda mais do que eu estava fazendo, ela não pede, mas manda eu passar um pano ma mesa pra podermos jogar cartas. Sabe assim... mas tudo bem, passou.

Nisso, vamos nos encontramos, mas eu não vou dando muito espaço, porque sei que jamais seremos "melhores amigas". Todas as semanas jantamos aqui em casa ou na casa deles. Porquê...o marido dela é muitoooooo legal, bem discontraído, bonzinho mesmo. E por que jogamos jogos, e porque é bom pra mudar o cotidiano, e porque a Becca brinca com os filhos dela.

Aí.... 2 semanas atrás ela ia viajar pro Alaska pro casamento do irmão dela. Ía sozinha. Num dos jantares comentou que de repente precisasse de mim pra levá-la no aeroporto. Eu não faço nada, claro que posso. No dia seguinte, me encontra e diz assim: "olha, então... vou te dar a resposta amanhã e dizer se vou mesmo precisar que vc me leve no aeroporto ou não. E se você me levar no aeroporto de tarde, você precisa cuidar das minhas crianças até o meu marido chegar depois das 6." Tá...aqui eu já estava nervosa. O problema não é pedir, mas mandar, exigir alguma coisa. O problema também é porque eu nunca disse que cuidaria dos filhos dela, e ela nunca comentou isso. E mais do que tudo, porque ela não perguntou se eu tinha algo pra fazer até as 6. Fiquei doida da vida, porque eu odeio gente incoveniente e cara de pau. Mas mas uma vez, deixei passar e não falei nada, pensei que talvez ela estivesse preocupada com a viagem e tudo mais e ainda bem, no fim ela não precisou da minha "ajuda".

Mas enfim, tudo isso pra contar o que aconteceu ontem e hoje, que foi a gota d'água:

Ontem à noite ela me liga e pergunta se eu tinha planos pra hoje à noite. Disse que não, já sabendo que vinha o: "vc pode cuidar das minhas crianças?" Dito e feito, e sério mesmo, não me importo (à não ser que vire cotidiano, claro). Mas enfim...aí ela vem com a história que quer que eu vá pra casa dela às 6 da tarde, e quer que eu coloque as crianças pra dormir as 7:30pm (e frisou que não quer que eles vão pra cama depois disso), e que lá pelas 9:30 eles chegaríam.

Aí perguntei porque eles não poderíam vir na minha casa e ficar conosco. "Não, porque eles tem que ir pra cama às 7:30pm!" Sabe assim, se as crianças dela (4 e 2 anos) fossem mais velhas, e tivessem escola no dia seguinte, eu até daría razão. Mas não. Pelo contrário, ela quer porque quer que seja do jeito dela. Sem falar que quando eles vem jantar aqui em casa, saem daqui 9, 9:30 da noite, mas aí não têm problema as crianças irem pra cama mais tarde né?! Nisso, eu tenho que sair da minha casa, deixar a Rebecca com o Brandon por mais de 3 horas, ele que trabalhou quase o dia todo. Isso porque sei que se trazer ela comigo, as crianças dela não vão pra cama.

Falei mas um pouco, mas acabei desligando aceitando a situação, afinal "amigos"são pra isso. Mas ficou engasgado demais...

Acordei e decidi que não ía mais suportar essa situação, e que devía colocar as pontos nos ís. Encontrei com ela, e disse que se els quisesse que eu cuidasse dos filhos dela, que ela os trouxesse pra minha casa, e quando desse, mais tarde, eu traría eles pra casa dela e colocaría na cama. Ela se assustou toda, "como assim, Bial???". Expliquei o porque não. O que ela queria era porque ela queria, e não por necessidade, e se não é necessidade, não faria. Ou faria do meu jeito, como fosse conveniente pra mim. Alem do que, sabe...é um favor!

Ela disse ok, e se foi. 2 horas depois ligou e disse que tinha mudado de idéia e que não ía mais sair. Acredite ou não, disse "obrigada". Eu nem me comovi e só disse 'de nada'.

Sabe, tem gente que não se manca mesmo. Tem gente que não sabe medir o bom senso do 'perder as estribeiras'. E se a gente não toma cuidado, essas pessoas tomam conta de você de uma tal forma que depois é difícil retomar a situação. Ainda mais gente assim, que não te dá nada em volta... seja um favor, ou pelo menos, uma palavra.

É por isso que digo: 'Por favor' e 'Obrigado' continuam sendo palavras de muito valor. E as atitudes, sejam quais forem, também influenciam a maneira que somos tratados, seja para o bem ou pro mal.

sábado, junho 16, 2007

Parabéns minha filha!

1 ano. O tempo passou rápido... parece que foi ontem que te ví pela primeira vez!

Ainda lembro de quando sentia você se mexendo dentro da minha barriga. Gostava de fazer isso à noite, quando eu mais precisava dormir. E depois que nasceu...dormia quando bem entendía...

Você cresceu... e é incrível como aprendemos tantas coisas juntas nesse período!
Pois é, você já é quase uma garotinha! Agora dorme sempre sozinha, aprendeu a engatinhar por toda a casa e já tenta ficar em pé sem nenhum apoio. Acho que logo, logo vc começa a andar.

Mais do que isso, já se faz valer. Se irrita, se encanta... alegra-se e chora. Mas sempre com um jeitinho que a mamãe não consegue outra coisa, à não ser... se derreter. Já tem (quase) 3 dentinhos. E eles doem pra nascer!

Já choramos juntas, mas também já rimos demais... A vida contigo dá trabalho, mas não sei mais como sería viver sem você. E nem quero saber...

Te amo, te amo, te amo demais...

domingo, junho 10, 2007

Puxa a cadeira aí... vamos papear?

Eu sabia que nessa história toda (de mudança, etc e tal), uma hora isso ía acontecer. Sabe, tô me sentindo um pouquinho solitária hoje.

É complicado, o dia-a-dia e as expectativas que eu, e acredito que muit @ de nós criam. A gente mora no exterior, morre de saudades da família ... e lógico, dos amigos. Contamos meses, dias...e então horas para o momento que vamos embarcar e ver todo mundo que amamos tanto na nossa Terra Natal.

Mais do que isso a gente sonha. No fundo sabemos que só os amigos mais afortunados e quem sabe, mais abastados o suficiente pra provar pra imigração que querem vir passear, vão conseguir um visto e finalmente (quem sabe) vão vir nos visitar.

Com isso pensamos e sonhamos como tudo vai ser... o que vamos mostrar. Ou seja, queremos mostrar o país que estamos morando, no meu caso, os Estados Unidos. Queremos mostrar tudo o que é interessante, mesmo que eles já venham com uma idéia própria de como tudo deve ser ... aquela idéia que eles conhecem tão bem por filmes ou televisão. E esse país não deixa à desejar. Daí vem o famoso "ai, parece filme!". Pois é, sabe como é. Mostramos a Flórida e os famosos parques da Disney e Universal, as lindas praias; mostramos Washington DC, a casa Branca, o Lincoln Memorial, os museus, o Capitólio (sei bem...mostrei isso bem umas 15 vezes), mostramos New York, a Califórnia... sem comentários, e por aí vai.

Aí apareço eu morando em Idaho! What the hell do you wanna do in Idaho! Pois é... Porquê?! Pra quê! Há não ser que vc seja ambientalista, ou fã nato da natureza...de repente vc queira vir pra cá.

Se vc, no Brasil...vamos lá, não vc que é super inteligente e conhecer nato da geografia, mas qualquer um...perguntar-se onde Idaho fica, é melhor ir olhar no mapa porque é difícil, assim....de saber. Eu confesso...mesmo morando aqui, tinha uma idéia, mas também tive que olhar no mapa pra confirmar.

O ponto que quero chegar é que... esse fim de semana, eu aqui, sem muito o que fazer (estava chovendo!), fiquei fuçando no "maldito" Orkut, revendo fotos dos amigos, parentes, pessoas que eu amo de paixão. Cheguei à conseguir o telefone da minha amiga de infância, liguei pra ela e conversamos horrores (ai ai ai, minha conta de telefone). Depois, recebo outra mensagem dum amigo que está pra me visitar um tempão... falando que com certeza no começo do ano que vem pra cá, e faz questão de me ver... e no final, a perguntinha básica: "Onde é que vc está morando mesmo?" Aí penso meio cabisbaixa..."ele nem deve saber onde Idaho fica".

Voltando pra minha amiga de infância. Ela mora em Assis - SP. Pra quem não sabe, é uma cidade bem grande, no interior do Estado de São Paulo. Caímos na real ontem que fazem 6 anos que não nos vemos. Pois é... 6 anos! Só que Assis fica à 6 horas de São Paulo, e por mais que eu ame ela de paixão, eu não tenho tempo disponível pra ir pra lá quando estou em férias no Brasil. Não é por falta de amor ou consideração, só que não é conveniente!

Ainda lembro que quando estávamos terminando a mudança, comentei com o Brandon que gostava daquela região, porque era bonita, e além disso, reconhecida. Costumava dizer aos meus amigos pra virem, por quê haviam t-a-n-t-a-s coisas que eu podeira mostrar em Washington DC. O Brandon já têm outro pensamento... já meio furioso disse que se alguém quisesse me visitar, seria por mim, e não pelo local onde moro e as oportunidades de lazer ao meu redor. Mas não é bem assim, e vc que têm experiência no assunto, sabe disso. Gostamos, sempre, de unir o útil ao agradável (nesse caso, o agradável ao agradável).

Agora... tirando meus amigos lindos, e que já moram aqui que logo, logo virão me visitar ... quem é que vai sair do Brasil pra vir parar em IDAHO?! É a mesma coisa que fazer amigos no exterior, voltar pro Brasil e pedir para irem te visitar naquela cidadezinha do interior, lá no meio do Mato Grosso, que pra chegar lá vc tem que fazer 3 conexões de avião! Ahhh, será que vão, mesmo falando que lá é lindo de morrer?! Vão nada!

Sabe, indepentende disso, eu tô feliz aqui... e sei que isso é o que importa. Aqui tem lugares que sei que são lindos de morrer, m-e-s-m-o.! Pra quem quer algo mais do que simplesmente ver o que é famoso e reconhecido, aqui é lugar. Masssssss, sou formada em Turismo, e sei que mais de 50% do motivo da escolha do local de uma viagem (e digamos assim, uma viagem longa e programada) é por status. Tem também curiosidade, pra saber o que é do sucesso ou burburinho de tal lugar, mas no fundo no fundo...é pelo status. E não vire os olhinhos....todo mundo sabe que no fundo no fundo, esse é o motivo.

É por isso que lugares famosos são tão reconhecidos. É por isso que tiramos (é, não me excluo dessa não!) dezenas de fotos, e fazemos questão de mostrar pra-todo-mundo, tin-tin por tin-tin como foi a nossa viagem. Fazemos álbuns, descrevemos aquele lugar que parece uma rua qualquer, ou aquele prédio normal e sem noção como: ..."aqui foi filmado isso ou aquilo". Ou..."Aqui andou fulano de tal, e sentou naquela cadeira enquanto fumava um cigarro em 1900 e tra-lá-lá."

Pois é... mas voltando ao assunto, Idaho não tem nada de filme 'Hollywodiano'. Muito pelo contrário. Mas... pra quem não está acostumado com o burburinho em inglês, e pra estar num local que é apenas 'diferente', quem sabe, vale a pena visitar. Infelizmente sei que não será o que virá na mente de muitos dos meus queridos no Brasil e outros cantinhos do mundo. Mas eu não os culpo... eu pensaria da mesma forma, sério mesmo. Viajar é caro, e independente de amor, queremos conhecer lugares que nos encantam e que sonhamos, independente do quê, do nosso motivo ou razão.

Pra finalizar... as minhas portas estão abertas... é, pra você. Mas aqui não tem Julia Roberts, George Cloney, Beverly Hills, Disney World, Casa Branca ou Times Square. De bom mesmo, só eu :). E a Rebecca, é claro. E a maior parte do ano é como hoje, um céu lindo de morrer, as montanhas lindas como cenário "background", uma temperatura ótima que ao mesmo tempo não me derrete. E mesmo que eu também os ame de paixão, me dêem licensa...mas preciso ir aproveitar...

Bjs,

sábado, junho 02, 2007

Beautiful Idaho!

Continuamos as nossas saidínhas e fomos mais uma vez dar uma passeada de carro. Dirigimos 15 minutos, pegamos umas estradinhas boas mas sem saber onde daríam... Numa curva, uma plaquinha bem pequena: Celebration Park. Uhmmm. Pra quem não tem nada à fazer, vamos ver o que é. 5 minutos depois nos deparamos com essa preciosidade:

O carro marca a temperatura do lado de fora - 100º. Calorzão danado. Mas claro...saímos pra olhar essa maravilha. Mesmo bem quente, não parece tanto quanto o calor da Costa Leste. Rebecca curte muito a paisagem...
Este é o "Snake River". A vista aqui é bonita, mas nem tanto comparada com outros trechos que cheguei à ver na beira da estrada. É lindo de morrer! A vista é do deserto, e o rio só embeleza tudo muito mais.

O "Celebration Park" é o primeiro parque arqueológico de Idaho, e foi estabelecido em 1989. Os Índios costumavam viver aqui, milhares de anos atrás, e muitos desenhos feitos por eles podem ser encontrados em pedras. A ponte foi construída em 1897! E olha que "coincidência"... ela foi construída para trazer os minérios retirados de Silver City (2 posts atrás) para Nampa (onde moro). Tá vendo...ficar curtindo uma sofá em casa...não tá com nada! Algumas mais aqui...

E... Becca's segundo dentinho. Um embaixo já tinha dado um sinalzinho de vida. Agora, o de cima...dá pra ver?!

quarta-feira, maio 30, 2007

I'm going crazy!!!!

Ok... eu sei que cada um de nós tem as suas próprias experiências e memórias. De vida, de momentos, do passado, da infância.
Quem conhece a Cynthia Zanon (agora Peck) sabe duas das suas melhores lembranças do cinema e tv: GOONIES e Barrados no Baile (Beverly Hills 90210).
Bom, o seriado...nem vou entrar em detalhes n-o-v-a-m-e-n-t-e, afinal, foi o motivo de eu ter tido tanto entusiasmo nesta minha "descoberta por novos horizontes".
Estou aqui eu e Brandon, ambos sonhando alto e pensando em férias (mesmo que não tenhamos dinheiro, nem tampouco dias de férias disponíveis)...mas...acreditar é preciso. Então....
Eu sabia que GOONIES tinha sido filmado pelos lados do Oregon ou Washington... e descobri que se passa em ASTORIA, que é a mesma cidade citada no filme, porém, REAL! Procuramos, e a cidade parece mais do que COOL.
Estou eu aqui, super entusiasmada (ainda mais depois de ter perdido a conta depois das 30 vezes que ví o filme)... doida pra sair daqui agora e ir pra lá (a apenas 8 horas daqui). Ainda mais vendo que a casa, as lojas, TUDO foram filmados em lugares reais (e não ápenas' uma produção em Hollywood).
Me empolguei né?! Whatever... É que saber que partezinhas fantasiosas do passado que influenciaram tanto minha imaginação estão realmente perto do meu mundo "real"... é engraçado.
Vocês que já vieram pra cá, ou qualquer lugar do mundo em que emoções dos filmes de repente viram-se realizadas na vida real...vamos lá, me contem!

segunda-feira, maio 21, 2007

Cidade Fantasma...

*(clique nas fotos para aumentá-las)

Lá fomos nós... dirigir por aí. Tínhamos uma idéia de onde ir, mas diziam que o acesso era difícil. Não nos entímidamos, e o resultado valeu demais à pena. Eu pensei que lugares assim não existíssem mais. Mas existem! Pelo menos em Idaho...

Parecia que eu estava entrando naquele filme de faroeste... mal sabia o quanto seria emocionante! Verdade, verdadeira... Esta é Silver City, considerada uma "ghost city" (cidade fantasma). Está localizada no meio das montanhas, à 40km do asfalto, e é uma das únicas cidades dos EUA que está vazia e encontra-se no mesmo estado de 100 anos atrás., e que não foi comercializada ou destruída pos incêndios. Foi uma volta ao passado...digo de novo, me senti num filme, mas real. Fiquei imaginando aqueles cowboys andando à cavalo, as moças com aqueles vestidos longos. As lojas continuam do jeitinho como eram, trancadas com cadeado, e abandonadas. Aqui, a farmácia... consegui tirar esta foto pela vitrine, e tudo continua lá dentro...

Silver City era uma cidade movida pelas minas, população à procura de ouro e prata. No seu ponto mais produtivo, a cidade chegou à ter 2.500 habitantes, 12 ruas, e mais de 75 lojas. Sabe-se que muitos enriqueceram por lá. Imagina-se que o equivalente à cerca de 60 milhões de dólares em ouro e pedras preciosas foram retirados da região...muito, mas muito dinheiro pra época. A maioria dos estabelecimentos tem data de 1860 até começo de 1900. Entre 1863 e 65, a cidade tiniha mais de 250 minas em operação. Há histórias de brigas e tiroteiros entre cidadãos, rivais de minas diferentes, e no cemitério encontram-se muitos deles.

Esta foto é do calendário ainda na porta da farmácia, de 1912!
Aqui, uma loga de artigos gerais, barbearia e casa de banho...

A escola...
Se estiver interessado e quiser saber mais:
http://www.historicsilvercity.com/
http://www.historicsilvercityidaho.com/
E agora...sessão piscina:

O primeiro maiô ela nunca vai esquecer!

Becca com os amiguinhos (nossos vizinhos)

terça-feira, maio 15, 2007

O tempo passa...

Fui fazer o download de duas fotos que tirei da Becca, e comecei a ver todas as fotos que ainda estão na minha camera...desde a época do nascimento dela, as primeiras semanas, os primeiros meses. Estou aqui super surpresa em ver como ela mudou! Tanto fisicamente (não apenas cresceu, mas a fisionomia mudou muito) como na atitude...o que já era-se de esperar.
Acho que no fundo ela também precisava desta mudança. É incrível como ela evoluiu nesta duas semanas aqui. Bequinha sempre foi meio preguiçosa... nunca quis saber de engatinhar ou se locomover. Se ela estivesse morrendo de fome e eu colocasse a mamadeira à 2 palmos dela, ela chorava até morrer, mas nem tentava mexer-se estes dois palmos e pegar a mamadeira. Chorava de um jeito como se eu fosse a mãe mais malvada do mundo por estar tentando dar um empurrãozinho...
Aqui, a coisa mudou de figura... em menos de uma semana ela resolveu pelo menos tentar... tentou e viu que conseguía. Aí...segura. Parece que não quer nem mais dormir, sabe né... porque ela está "atrasada", perdeu muito tempo sendo preguiçosa e agora quer descobrir o mundo em duas semanas.
Nada a segura... vai do quarto pra sala, da sala pra cozinha, pro banheiro e não para. Quando ví, lá estava ela em pé do lado da prateleira jogando t-o-d-o-s os livros no chão. Enquanto fui pegar os livros, lá foi ela perto da televisão e jogou dvds, fitas, e até a vídeo game (é, o aparelho, que estava conectado!) ela conseguiu jogar pra fora.

Eu sabia que as coisas íam mudar... estou super feliz pelo sucesso dela...mas agora, eu que me segure! Olha aí a cara dela de safada...

muito safada!
Mas enfim...continuamos aqui curtindo o novo e desbravando o desconhecido. É incrível como o clima a diferença de horário mudou totalmente o nosso cotidiano.
Em Maryland nós não ficávamos muito tempo fora de casa, primeiro por falta de energia... o Brandon sempre estava exausto quando chegava em casa (depois de 2 horas de commute), e também porque o tempo não ajudava muito. Ainda quero esperar o verão chegar pra valer, mas a diferença entre o clima úmido e o seco não tem comparação. Aqui já andou fazendo 85º F e 90º e nem perto de sentir que estava grudando, ou que não conseguia respirar. No verão eu suava só de andar do apartamento até o carro. Aqui, mesmo com 85º lá fora, eu ainda saio pra fazer caminhadas com a Becca...
Outra coisa, que é bom as vezes mas nem sempre... escurece muito tarde... Aqui só escurece depois das 9:30 da noite. É bom nos finais de semana...a gente sempre aproveita, mas tem sido um pouco difícil pro Brandon ir dormir ainda "durante o dia".
Mas...voltando ao assunto, parece que temos mais disposição pra sair, e saber que no mínimo não estaremos presos no tráfico. No último final de semana fomos dar mais uma volta por aí, e em 40 milhas, estávamos no Oregon! Sabía que estávamos perto do outro Estado, no entanto, não tão perto assim...
Agora, algumas peculiaridades daqui:
*Quase todo truck aqui tem pelo menos 1 ou dois cachorros soltos na traseira. Parece moda, sabe?!
* Motos e motociclistas à torto e direito, mas... acredite ou não, quase não se usa capacete aqui. Povo doido viu!
*O preço da gasolina...pensei que seria mais barato, mas se bobear deve estar até mais caro que DC. Mais de $3.00 por galão pela regular. É, não é engraçado...
* O povo é muito amigável (já até jantamos na casa dos nossos vizinhos!)... e encontrar pessoas assim é bom demais, independente do local.
Bom, se vcs tiverem mais perguntas sobre Idaho e a região (se é que isso interessa alguém, rs), me digam... vou tentando descobrir com vocês.
E respondendo à Liz, eu não sou do ES. Sou de São Paulo, mas morei muitos anos em São Caetano do Sul, de onde minha mãe é, e também a nossa família Zanon (depois da Itália). Mas pelo o que sei, há muitos Zanon em outros Estados do Brasil.
Vou indo...o dia está maravilhoso, e a Becca acabou de ganhar o primeiro maiô e piscina dela... vamos ver o vai acontecer!
Bjs,

domingo, maio 06, 2007

Novo LAR, DOCE LAR....

Chegamos, nos acertamos e encontramos o nosso novo e temporário (depois explico) cantinho. Uma gracinha...3 quartos, 2 banheiros e... backyard! É aqui que moraremos entre 6 e 12 meses.
A tarefa foi árdua, mas o final é feliz. Sim, estamos muito felizes, e já cheios de sonhos... Estou me acostumando com a cidade e o West dos Estados Unidos.
A diferença horária aumentou: 2 horas a menos pros queridos da East Coast, e 3 horas para o Brasil.
Está tarde aqui, e só vim mesmo colocar as fotinhos. MASSSSS, como agora novamente sou uma stay-at-home-mom...agora prometo que venho com mais frequência. Além de minha vidinha, que tal descobrirmos um pouco de Idaho junt@s?!
Nampa - a vizinhança Bjs,
PS.: Muitíssima obrigada pelos comentários e votos de felicidade aqui. Eu os aceito, e com MUITO carinho!