Do mais... vendi quase U$39 mil em granito no mês de Março. Tá bom né?! Pra começar.... (ou pra terminar?!) Suspiros no ar..... Desculpe o sumiço... É que do mais, eu não minto... 11 de Abril.... entro nos 30 (acredita? é a idade mesmo). 12 de Abril, tenho a resposta. Beijos mil.
sexta-feira, março 30, 2007
Ai, ai ai...
terça-feira, março 06, 2007
Tanta coisa!!! Por onde eu começo?!
Família
Chegando do Brasil, Rebecca ficou doente pela primeira vez. Demorou (7 meses!) e acho que por isso me assustei. Foi a primeira febre, o primeiro mal-estar dela, e logo no primeiro dia da nossa volta. Milhões de dúvidas na cabeça…será que foi de lá? Será que é a mudança de tempo? Temperatura? Durou uma semana, e felizmente passou. Mas fiquei craque em tirar temperatures e entender melhor os sinais que ela me manda quando não está sentindo-se bem.
Na semana seguinte foi o Brandon. Ficou 4 dias de cama, Dureza. Juntou a gripe com a diabete, e aí atrapalhou tudo. Nesse meio tempo o que eu mais queria é ficar bem, porque se eu ficasse doente também, aí sim…a casa caía. Mas ainda bem, acho que meu corpo balança mas não cai, e mesmo com todo mundo sick, continuo firme e forte. Digo todo mundo, incluindo o pessoal do…
Trabalho
Pois é, a labuta começou, e por incrível que pareça (só agora caiu a ficha), já faz um mês que comecei a trabalhar. É minha gente, o tempo passa pra valer!
Bom, é até estranho sabia?! Estar nos Estados Unidos trabalhando numa empresa de donos brasileiros é, no mínimo, “familiar”. Junta-se os clientes americanos, num ambiente tupiniquim, com normas…brasileiras. Nunca trabalhei pra valer numa empresa Americana, por isso não posso com firmeza explicar a diferença (é…vc aí que é o gringo no ambiente de trabalho pode dar o seu parecer), mas fica o saudismo de tempos passados. A mania de reclamar e achar que nada nunca está bom não muda. Uma fofoquinha aqui, outra alí. Mas no geral, estou muitíssimo feliz em ter encontrado companheiros de trabalho pra lá de amigáveis, e ter um “boss” que me incentiva bastante.
Não vou mentir, estou labutando… porque cá pra nós, saber de granito, mármore, quartz, limestone, etc e tal, não estava na minha listinha de “wishes”. Entender como calcular “square footage“ (pés quadrados), encontrar os “inches” disso e daquilo, saber que tipos de “edges” oferecer ao cliente, então, não era o meu sonho de consumo.
Mas sinceramente, estou orgulhosa de mim mesma. Fechei a minha primeira venda ontem, com uma senhora que teve uma paciência de Jó comigo. Sei lá se no fim ela estava era com dó de mim (não, acho que não foi por isso), mas só com ela, aprendi bastante. Aprendi a me virar um pouco. Devagar devagarinho, eu chego lá… “e aí, se estiver precisando remodelar a sua cozinha, não esqueça…Cynthia Peck está a disposição!!” risos. Nesse meio tempo…
Play-care
No fim das contas, a gente se preocupa muito por (quase) nada. Tô falando de mim mesma.
A Rebecca está se dando s-u-p-e-r bem na “play”care. Porque é só por diversão mesmo, e supervisão. A baby-sitter que encontrei pra ela é nota dez. É boa mesmo! Depois de ter sido au pair, e baby-sitter, e nanny, acho que fiquei mais exigente com o que queria pra ela. Não no sentido do”quero que vc sente com ela por 2 horas todos os dias e leia livros”, ou “não quero que assista mais de 30 minutes de televisão por dia?. Afff…. Palavras assim de pais que não têm o que fazer me dá até arrepios. Prometi, e jamais farei isso…
Até porque eu cresci assistindo televisão, e ó o que deu. E não me diga que sou de todo ruim. Rs…
Mas enfim, todos os dias ela me dá uma folha detalhada do que a Rebecca fez, quantas mamadeiras tomou, com o que mais se divertiu, porque mais chorou, e assim por diante. Pra quem ainda continua lidando com os pequenos, sugiro, e posso até colocar uma cópia aqui porque achei o máximo. Isso evita ter que ficar dando explicações pros pais do que a criança fez, o que não fez… é super simples, e eu que sou mãe, fico super satisfeita...até porque não é sempre que tenho tempo pra conversar com ela, e mesmo assim sempre sei o que anda acontecendo. E também, no fundo, fica aquela sensação de “ela se importa com minha criança”, entende?!
Taí a dica.
Só sei que, a minha vida mudou muito no ultimo mês. Vocês percebem, se antes não tinha novidades pra vir contar, agora o que falta é: t-e-m-p-o.
As responsibilities amentaram, mas não doem. Me sinto mais mulher, com um trabalho, com obrigações também. Agora eu tenho que acordar de manhã. Tem babá esperando, tenho um trabalho a cumprir. Claro, dá preguiça sim, muitas vezes. Mas no fim… não fiquei o dia inteiro “coçando” e reclamando, e me deprimindo. Até porque, agora não tenho tempo pra isso. E além disso tudo, ainda aprendo coisas novas todos os dias.
Ainda tenho uma coisa pra resolver comigo mesma, mas enfim, estou a caminho também.
Bom, acho que eu estava mesmo precisando disso.
Espero que vcs não tenham sumido como eu… Deêm um sinal de vida! Deixo fotinhos daqui...a frente de casa com a neve que andou caindo por aqui, e a Becca se divertindo e fazendo amizades :).
Bjs,
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
PS.: Obrigadíssima por todos os comentários...eu leio todos viu! Infelizmente não tenho tido tempo para "comentá-los"e responder aqui. Esse trabalho novo, vou te contar! Pois é, preciso mesmo contar o que anda aconetecendo por aqui... prometo!
Bom começo de semana procês!
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Back on track
Posso dizer uma coisa?! Não foi apenas bom…foi ÓTIMO!
É duro voltar, mas a felicidade também anda por esses lados. Reencontrar o Brandon foi emocionante. Esse “tempinho forçado”, a distância aplicada, apenas esquentou as coisas.
Momentos assim solidificam um relacionamento que não precisava de ajuda, mas apenas mais uma vez justifica a razão de ser… verdadeiro. Porque sei que na cabecinha de alguns (digamos assim, parentes do lado que cá que não conhecem a nossa realidade do lado de lá), devem ter achado que eu fosse e talvez ficasse. Que bobagem.
Mas enfim, essa viagem foi ótima porquê:
Família
Só mesmo estando nessa situação pra entender. É duro meu pai não conhecer a neta, meus irmãos, a sobrinha, e o resto da família, a ”achegada”. Não dá pra explicar os mimos que recebemos. Quem sofre agora sou eu, pela falta que eles fazem, e pra tentar explicar pra Rebecca que isso só acontece no período de ferias, e que agora vivemos a “vida real”. Bom, deixa pra lá…
Mas o ponto é que descobri e relembrei…
* Relembrei como minha mãe e pai fazem falta, o quanto fico feliz com a presença deles, e ao mesmo tempo, como não sinto falta das briguinhas bobas quase que diárias entre os dois. Setrá que um dia vcs vão se entender? Rs...
* Lembrei como meu irmão mais novo é legal e pode ser chato quase que nos mesmo segundo. Pois é, dizem que todos os caçulas são mais ou menos assim, mimados, mas eu o amo mesmo assim.
* Descobri uma cunhada super bacana, meio quietinha, mas que quando resolver falar, é sincera, honesta, bem legal mesmo. Ahh, e ótima manicure!
* Encontrei o outro irmão e cunhada que não vía há seis anos. Ainda não tenho uma opinião formada sobre esse assunto, ainda.
* E o resto da família, nem tenho palavras… deixo isso pro fim.
Algumas...
* Impressionada com o sistema de saúde em Minas Gerais (pelo menos sul de Minas), Primeiro, o tratamento completo de quimioterapia do meu pai está fazendo é de graça. Se fosse necessário eles até oferecem transporte entre cidades, acomodação, alimentação etc.
Depois da última sessão, o braço dele doía muito, e estávamos preocupados que a medicina usada foi para o braço, ao invés da veia. Após informarmos o hospital, eles enviaram um carro para buscá-lo e o levaram de Jacutinga para Poços de Caldas (mais de 2 horas de viagem!) para uma consulta. É, de graça. Estão de parabéns!
* Enquanto estava lá, vendi o meu vestido de noiva. Cheguei a conclusão de que iría guardá-lo pra quê? Ele já havia sido alugado 2 vezes, e então o vendi…e no final das contas, ainda ganhei um dinheirinho em cima.
* Reencontrei boa parte das minhas amigas… saudades esquecidas, por enquanto.
* A Rebecca começou a fazer mil coisinhas enquanto estávamos no Brasil. Rolou, sentou ( não, ela não é uma cachorrinha), e até começou a chupar o dedão do pé. Ares brasileiros aprimoraram a atividade física dela, huh?!
Celebridade
Eu tenho que contar essa, porque parece piada. Desse jeito, como dizem, vou ficar “me achando” rsrs.
Estou eu na fila do check-in, só aguardando o rapaz da United checar meus documentos. Uma funcionária, também da United, passa e me olha. Passa de novo e me olha de novo. Daqui a pouco volta e pergunta: “Você é a Cynthia? “. Olho meio abismada e confirmo. E aí vêm a surpresa: “Eu leio o seu blog! “….
Pausa de novo pra minha cara de espanto.
Não é que ela reconheceu a Rebecca, e eu, e até a Dona Cristina???
Adriana…foi um prazer conhecê-la viu?! E tenta sim vir pra cá de novo que dá certo, viu? Se precisar tenho contatos de algumas meninas que também vieram à trabalho depois de serem au pairs. Nos falamos!
Eita mundo pequeno…
Emocionante
A despedida no aeroporto foi emocionante demais. Foi ótimo contar e esperar os últimos minutinhos pra ver quem a gente ama. Olhar pra trás e ver todo mundo reunido, com as mãos acenando, não tem preço!
Vocês são demais…os amo do fundo do coração. Obrigada por estarem lá comigo! E por favor, digam ao Tio Bira que se recupere bem, e que estou aqui pensando nele.
Pai, o senhor, nem preciso dizer...também não o tiro da cabeça. Se cuide viu?!
Mas a vida continua…
E não é que esqueci de contar uma coisa???
Pois é minha gente, estou empregada! E já começo a trabalhar segunda-feira. Vejam bem, farei parte do time de sales, de uma companhia de donos brasileiros, que exportam granito do Brasil e o vendem aqui . Um "challenge"…. daqueles!
Estou empolgada e com medo ao mesmo tempo, já falei disso aqui antes. Mas chegou a hora de voltar ao batente.
Estou de volta, vida nova… novidades adiante!
Bjs,
terça-feira, janeiro 16, 2007
terça-feira, janeiro 09, 2007
Pois é... estou de malas (quase) prontas, partindo para o Brasil. 3 Semanas me esperam junto à família. Só uma pena muito grande em deixar meu querido por aqui... (snif). Não posso nem lembrar, nunca fiquei tanto tempo longe dele...
Tô aqui... só pensando em como será essa viagem, eu e Becca, só nós duas. ai ai.
Tenho tantas coisas pra contar do que aconteceram na última semana, mas infelizmente o tempo não me proporcionou...tempo.
Chegando por lá, boto as fofocas em dia, ok?!
domingo, dezembro 31, 2006
Das coisas boas, no topo da lista com certeza vem minha filha. É minha razão de viver. E eu que sempre acreditei que aqueles dizeres "ser mãe é a melhor coisa do mundo"e "ser mãe é padecer no paraíso" fossem balelas. Piegas?! Sim...Verdade?! E como!
Descobri velhos e novos amigos. Na verdade, ainda estou impressionada, e às vezes parece que a ficha ainda não cai. Desde o começo do ano... tudo o que passei, de bom e de ruim, sempre tive uma legião de amigos ao meu lado...gente que eu não esperava que estivessem alí pra mim, sabe, "pro que der e vier"?!
A compra da casa foi uma conquista, mas com ela a realidade é dura...muito dura. Às vezes ainda questiono a nossa decisão.
Quando digo que 2006 não foi um ano bom pra mim, na verdade é mais no sentido pessoal. Isso porque esqueci de mim mesma. Não me cuidei...não, nem um pouco. Nem fisicamente, nem mentalmente. E isso, sinceramente, acaba comigo.
Fisicamente, não me conheço. Não só efeito da gravidez, mas do descuido, do "amanhã eu começo à fazer isso ou aquilo", "depois que ela nascer", "depois que mudarmos". A aparência mostra, e não desculpa.
Mentalmente... foi o stress, por culpa da minha própria impaciência e desespero. Uma angústia constante que não sai do meu peito, só atiçando a minha velha mania de querer tudo pra já. Foram horas de pensamentos vazios, que eu não conseguia pensar em nada além do que andava dando errado. A velha Cynthia que sempre vía o lado bom das coisas, de uma hora pra outra, resolveu passear.
E também, um sentimento que em sí mesmo é contraditório. É por isso que o dizer do maior homem que já viveu é tão sábio... é melhor dar do que receber.
Esse ano eu recebi de-ma-is! Foi desde o começo, quando engravidei, chá de bebê, etc. Depois coisinhas da casa, e agora, que pessei por poucas e boas, mais um milhão de amigos só dando, dando, dando. Oferecendo ajuda. Disponibilizando-se. E embora eu agradeça por eles, fica dentro de mim aquele sentimento, aquela angústia de quem não tem e não sabe como retribuir. Alguém me entende?! Pronto, lá vou eu chorar...
Não sei, não sei lidar com isso. É parte da minha personalidade.
Mas não me entendam mal... não sou ingrata ou coisa parecida. Os passos que dei esse ano foram importantíssimos para o meu futuro. Apenas a velocidade que tudo aconteceu é que deve ter me abalado um pouco. As poucas responsabilidades de au pair que eu tinha, aumentaram. Agora sou mãe, continuo sendo filha, esposa e dona de casa (literalmente ou não). É, não é fácil...
Mas vamos mudar o rumo dessa prosa...
Mas aí vem 2007 !E é por isso que estou cheia de esperança...com uma vontade de acreditar que daqui por diante vai ser diferente.
Depende de mim?! Claro que sim! Quero me animar...voltar à ser mais otimista como antes. Cuidar mais de mim. Sabe aquelas coisinhas básicas que mudam completamente a coisa de figura? Pois então...
Espero que seu ano tenha sido bom, conforme as suas expectativas. E independente do sim ou não, espero que 2007 seja melhor... Seja BÃO! De verdade...! E que vc esteja aqui, pra compartilhar comigo, tudo de novo.
Aonde quer que vc esteja... hoje, amanhã, s-e-m-p-r-e , te desejo ... FELICIDADES!
terça-feira, dezembro 26, 2006
O encontro tão esperado!
E...foi amor à primeira vista!
Que fofos!!! São momentos assim que alegram o meu dia. ..
quarta-feira, dezembro 20, 2006
sábado, dezembro 09, 2006
Pra começar, nem sim nem não...não tive resposta da entrevista. Quando nenhum sinal de fumaça chegou até quinta-feira, já tinha a sensação que não ía dar certo. Esquisito, porque sempre que saio com uma sensação estranha, geralmente as coisas acontecem depois, e desta vez, quando eu estava certa que melhor não podía ter sido...taí, nada acontece!
Mas enfim...acho que já estava preparada. O motivo pelo qual eu queria mesmo o emprego era a localização, aqui do lado de casa...e a chance de poder crescer na companhia. But well, passou.
Brandon anda super preocupado..sabe, compra de casa, as coisas ficam complicadas, ou digo, apertadas (financeiramente falando). Principalmente nessa época de "transição".
Já tínhamos programado de ir visitar uns amigos hoje. Ía ser tudo de bom, passar umas horinhas agradáveis, conversar, esquecer os problemas. Acordo cedo, me arrumo, troco a Rebecca...uma roupinha nova que ela ganhou...estava a coisa mais fofa que vc possa imaginar.
O Brandon tinha uma consulta médica, iríamos juntos e de lá, direto pra Annapolis. Eu correndo, tentando aprontar tudo...um frio danado, o Brandon decide ir ligar o carro pra aquecer. 1 minuto, ele volta.
"Cadê o carro? Vc não estacionou no visitors space?"
Não... eu simplesmente esqueci... pois na noite passada fui colocar as comprar pra dentro e esqueci de mudar o carro de vaga. E como ainda não temos a permissão de poder estacionar em qquer lugar, o carro foi ...guinchado.
Sério... eu não aguento mais ter o carro guinchado aqui nos EUA!!!! Não aguento mais!
Pensei, lá se vão $100.00. Ligo pro guincho...
Um idiota atende e já sai falando...olha.....$50 mais isso, mais aquilo, mas eu te dou um desconto (eu vou ficando feliz, vai ser menos de $100)...olha moça, o mínimo que posso fazer pra vc é $210.
Engasgo, conto até 3...como assim? "É, senão sairía bem uns $300." A essa altura eu já tô chorando, implorando pra ele abaixar o preço, e o cara nem aí... Eu vou muchando, ficando mais triste, e falo que vou conversar com meu marido e desligo.
Não tem o que fazer né.. Decidimos ir buscar logo o carro, mesmo antes procurando na internet alguma informação sobre os valores permitidos por lei para carros guinchados. Mas, como nada ajuda, TUDO se abre nos finais de semana, menos o que a gente precisa.
Chegando, o carro lá, quase que no meio do mato(standart...é sempre assim!). O rapaz não está lá...ligo pra ele, que já vai falando..."ahhh, vc é a dona do carro tal...pois é Ma'am...vc desligou o telefone na minha cara, e eu não aprecio isso...só por isso, o preço agora é $265"
Esse povo não tem noção nenhuma né? Ligamos pra polícia, que nos informa que infelizmente, em Maryland, ou no nosso county, eles podem cobrar o que quiserem. O que posso fazer é ir na junta das empresas de guincho, e ver o que eles podem fazer... Embora o ofical tenha sido muito gentil, do mais, acho que ele quis tirar as nossas esperanças.
Sabe, é duro quando não se tem poder pra nada. Mesmo sendo um absurdo claro, não podemos fazer nada.
Nisso, o cara não chega, ligamos de novo, aí o Brandon começa a conversar com ele, pergunta o motivo da quantia ser tão alta, e o cara então vira e diz, que além de termos que pagar em cash, o valor ía aumentar pra $289!!!! isso porque p Brandon estava sendo rude no telefone. Me fala se isso faz sentido?!! A cada "A"que a gente fala, o cara aumenta $10 dólares? Corrupto!
Ligamos pra polícia de novo, porque à essa altura o Brandon estava tão nervoso, tão nervoso, que ficamos com medo que alguma mais séria pudesse acontecer quando o otário chegasse. Veio então uma viatura, uma oficial muito calma, que também pensou que aquilo era um absurdo (mas que não podia fazer nada) e manteve a paz durante a transação.
Meus olhos parecem bugalhas de laranja...agora o tempo passando um pouco, já nem tanto pelo dinheiro (simplesmente porque eu tenho uma salvadora aqui...), mas pela injustiça. Eu ODEIO ser injustiçada, ODEIO não poder tomar uma atitude, ODEIO quando não posso resolver uma situação que está fora do meu alcance.
Simplesmente...não é justo! Essa foi a gota d'água na minha semana. Não vou nem por o pé pra fora de casa, porque do jeito que as coisas estão, vai saber...
Só queria agradecer à vocês pelas informações sobre o que preciso para viajar com a Rebecca. Vocês foram de MUITA ajuda, MESMO!
E Jan: "A friend is someone who is there for you when he'd rather be anywhere else.... Friendship is unnecessary, like philosophy, like art... It has no survival value; rather is one of those things that give value to survival." - C. S. Lewis
Love you girl! Bjs, e tomara que essa semana que começa seja melhor!
quinta-feira, dezembro 07, 2006
De lá me mandaram conversar com a famosa do Recursos Humanos. Lá ela me explicou tudo...como a empresa funciona, meus benefícios, salário (ainda não é o que quero, mas tá bom pra começar), etc e tal. Eles tem um treinamento começando no dia 11 de Dezembro...ela diz que vão checar as minhas referências e entrarão em contato. Ahhh, e qualquer dúvida, é só ligar! Ok... último passo, ela diz que vai me apresentar para a supervisora, ela vai fazer algumas perguntas. Ahãm... Ela vem, super gentil, olha, olha, olha o meu currículum, e diz... bom, eu não tenho o que te perguntar, você já tem uma ótima experiência nessa área. Me diz então que dá até um alívio encontrar pessoas assim. Uau...me senti a última guaraná da geladeira. Saí de lá feliz da vida... Bom, mas o que eu disse mesmo ... o treinamento começa na segunda né... e até agora, quinta-feira, nada de me ligarem. O que será, que será... Ando decidindo... se não der certo quero ir pro Brasil. Sabe, esfriar a cabeça e estar perto de alguém da família que não anda bem. E estou estou super preocupada e com uma dor intensa no coração. E nessas horas, estar longe é a última coisa que quero. Não vejo a hora que esse ano acabe, porque eu não aguento mais 2006! Ôhhh ano de expectativas e demora, emoções fortes e dores de cabeça sem fim. Falando em dor de cabeça, já apareceu mais uma... e essa sim, a culpa é minha e só minha. Não é que meu passaporte venceu em Maio! e eu ainda não renovei? Não é que nem a certidão de nascimento da Rebecca eu tenho? Engraçado, ela já tem Social Security, mas ainda não tem a certidão de nascimento. Além disso, primeiro precisei pedir a certidão (fiz isso ontem) pra depois dar entrada no passaporte dela. Ninguém merece. Aliás, não sei se ela precisa mais do passaporte americano, ou do brasileiro pra viajar. Ou dos dois? Estou SUPER ignorante nessa parte, mas sendo ela também uma cidadã brasileira, se tiver o passaporte americano, ela precisa de visto??? Dona burra bateu na porta, entrou e agora não quer mais sair. Ai, deixa essa angústia passar... Volto logo. Bjs,
terça-feira, dezembro 05, 2006
Estão fazendo isso de novo. Os comerciantes estão guiando o povo igual a sumos sacerdotes. Papai Noel é o mestre-de-cerimônias. As árvores de Natal servem de símbolo da celebração. E ofertam-se bolos e brinquedos de Natal. Os comerciantes estão propagando a religião do Natal no Japão. Sua missão foi muito bem sucedida nas últimas três ou quatro décadas. Um enorme número de japoneses converte-se a esta "religião" - pelo menos por uns dias no ano! Isto me deixou intrigado. Muitas vezes me perguntei por que tantos japoneses, que na maior parte não são cristãos, celebram um dia festivo "cristão". Quando foi que os japoneses começaram a celebrar o Natal a tal ponto? O que há por detrás de tudo isso? Procurando a origem do Natal japonês, encontrei a seguinte história interessante. Sõseki Natsume, grande escritor da era Meiji (1868-1912), mandou da Inglaterra um cartão natalino a Shiki Masaoka, poeta famoso, descrevendo o fascinante cenário natalino em Londres, no fim do ano 1900. Shiki até mesmo compôs um haicai, a forma mais curta de poesia japonesa, a respeito duma pequena capela no dia do Natal. Pelo visto, o Natal ainda era novidade na virada do século, no Japão. Então, quando foi que os japoneses começaram a celebrar o Natal? Talvez lhe interesse saber que algumas autoridades afirmam que o Natal foi celebrado numa escola para moças, em Ginza, já no oitavo ano de Meiji (1875). Mas, "o costume de celebrar o Natal só começou realmente a ser adotado no Japão em 1945", observou o periódico The Christian Century. Foi quando os japoneses viram as famílias dos soldados americanos e missionários celebrar o Natal. Depois de serem derrotados na Segunda Guerra Mundial e de ficarem num vácuo espiritual, os japoneses, em geral, precisavam de algo para animá-los. O Natal satisfez esta necessidade. Conforme pode imaginar, os comerciantes não perderam tempo para usar decorações natalinas, a fim de promover suas vendas de fim de ano. As decorações natalinas "agiam como mágica para atrair os fregueses", diz o jornalista Kimpei Shiba. "Isto se deu", acrescentou, "porque esta ornamentação era atraente e dava animação". Mas, Cynthia, visto que mora nos Estados Unidos, você talvez não saiba que os japoneses tinham por costume trocar presentes no fim do ano, muito antes de surgirem os presentes de Natal. Dezembro sempre foi de vantagem para os varejistas. As pessoas, de carteiras recheadas com os abonos de fim de ano, entregam-se a uma onda de compras. "Este ambiente[do Natal]", porém, "dava às pessoas uma disposição alegre de gastar, e as induzia a comprar mais osei-bo [presentes de fim de ano] do que normalmente, de modo que o costume de usar decorações natalinas tem continuado", explica o Sr. Shiba. Verifiquei que alguns se aborrecem com o comercialismo que domina o cenário natalino no Japão. Por exemplo, o jornal The Daily Yomiuri citou um americano que já vive muito tempo no Japão: "Os japoneses adotaram quase todos os truques comerciais natalinos, mas, de algum modo, o espírito da época não está presente." Ele estava falando do aspecto religioso do Natal. Isto me induziu a examinar o lado religioso do Natal. Os afiliados a uma igreja afirmam que o Natal (25 de dezembro) é o aniversário natalício de Cristo. Quão surpreso fiquei ao encontrar na Encyclopedia of Japanese Religions que não se pode afirmar que Jesus nasceu em 25 de dezembro! A enciclopédia diz: "Embora a própria data do nascimento de Jesus não seja conhecida, o Natal começou a ser celebrado em 25 de dezembro por volta do terceiro século . . . Esta data cai aproximadamente no dia do solstício de inverno [no hemisfério setentrional], e adotou a festa pré-cristã do renascimento do sol." Renascimento do sol? Eu pensava que fosse o dia de nascimento de Jesus. Ora, como é que cristãos sinceros podem celebrar uma festa que originalmente era a celebração pagã do solstício de inverno? Não era o natalício de Jesus, mas a festa do renascimento do sol. Como podem os ocidentais que freqüentam igrejas criticar os japoneses como não tendo princípios por celebrarem um dia festivo "cristão", quando eles mesmos essencialmente têm a mesma espécie de observância? Portanto, Cyn, eu gostaria de que me respondesse estas perguntas, visto que são muito perturbadoras. Seu amigo, Ichiro
quarta-feira, novembro 29, 2006
Essa vida "bloguística"...faz sentido?
Estará por lá a Claudinha, Ju Watanabe, que não vejo desde o chá de bebê... Monica, que também ainda não conhece a Rebecca, a Flavia, que não tenho intimidade, mas agora...ela está grávida, e quem sabe trocamos mais figurinhas...
E gente nova (pra mim)...Ju Parahyba, Helena , Heloísa , Marcia , e a famosa Denise, que quase todo mundo conhece, e que cordialmente ofereceu a casa para o encontro... Ainda tem a Isabella, Cintia, e pode ser que tenha esquecido alguém, mas note...será mesmo um encontro do clube da Luluzinha - parece ótimo né?! Espero que sim! Rebecca já entrou no clube, e vai comparecer comigo.
Eu continuo feliz com isso, pelos encontros que a existência desse blog me proporciona. Só fico triste pelo fato de não ser mais nem 1/3 do que era antes, ou seja, a frequência que escrevo foi pelo ralo...
O que acontece é que o cotidiano acaba comigo. E agora, ao invés de me desculpar pelo desaparecimento, vocês já saibam que quando não apareço, é que nada de interessante aconteceu. E isso porque sei que vocês não vêm aqui pra ler notícias dos acontecimentos do mundo, dos EUA, do Brasil e das celebridades... convenhamos, é pessoal...:)
E outro bom motivo pra ter-se um blog, é que além dos encontros, volte e meia recebo um email assim...como este que recebi ontem:
"Oi Cyn! Vc não vai acreditar como fiquei surpresa de 'reencontrar' seu blog, e ainda mais com sua filhinha... Bom, deixa eu começar do começo... Eu sou a Carol, acho q nunca cheguei a comentar seus posts, mas não tenho certeza. Ou seja, vc não me conhece mesmo, eu q te conheço um pouquinho... Tb entrei nessa história de ser aupair no final de 2003 qdo achei o greataupair... Tentei 2x o visto e fui negada... Nesse meio tempo, lógico q ficava lendo um monte de blogs de aupairs, e o seu era o q mais gostava... Muitas amigas vieram pra cá e eu fiquei... Aí é q entra a sua culpa na história toda!!! Lembro q li q vc fez amigos num site (lavalife) e entrei pra dar uma conferida (eu já estava de saco cheio de falar com famílias e queria praticar o meu inglês com mais gírias e tals...). Fiz meu perfil (acho q no começo de 2004) mas nunca mais voltei... Nao sei pq, entrei de novo no site depois de agosto e comecei a usar... Resumindo, hj encontrei meu par (no lavalife), e estou casada morando aqui nos EUA... Cheguei em Janeiro deste ano, depois de um ano de ter conhecido o Marc online! Sempre adorei seu blog, mas ficou esquecido depois da frustação de tentar ser aupair... Vc é uma pessoa muito inteligente e de mente aberta e com um jeitinho muito meigo de colocar seus pensamentos no blog... Adoraria te conhecer 'pessoalmente', já q moro muito longe de vc... Estou em Wenatchee, WA. Espero q esteja tudo bem com vc , Brandon e Rebecca (tomei um susto qdo vi vc com a baby!!! eu parei de ler qdo vc casou!!!) Manda um sinal aí!!! Bjus, Carol"
Esse Lavalife hein, vou te contar! 'Parece' que só fica sozinh@ (de amigo, companheiro, namorado ou marido/mulher) quem quer... eu devería mandar uns depoimentos pra lá...
Mas...mudando o rumo dessa prosa.
Fui naquela entrevista em Baltimore. Pois é, Baltimore! Pena que fica à 1 hora daqui. E aí, como estava querendo a posição (operadora de viagens - minha área), e ao mesmo tempo não queria por ser muito longe...fui na entrevista pra "aquecer".
Achei que tinha sido péssima. Ainda continuo insegura com o inglês, não tem jeito! Mas...não é me ligaram oferecendo a posição? Infelizmente, depois de muita conversa com o Brandon, decidi não aceitar, já que perderia bem umas 3 horas por dia presa no trânsito.
Agora,tenho outra entrevista amanhã, aqui do ladinho de casa. Torçam aí que vai dar certo?!!! Preciso do emprego, porque a coisa aqui em casa tá FEIA!
quarta-feira, novembro 15, 2006
Sessão Antes X Depois 2
segunda-feira, novembro 13, 2006
Sessão Antes X Depois
Lá vai...o antes
O depois
Amanhã tem mais! Bom começo de semana pra todos...
Bjs,
terça-feira, novembro 07, 2006
Desculpem...mas por enquanto, essa é a vida que eu "respiro". Logo, logo as coisas devem mudar... Pois é, engraçado...antigamente eu o-d-i-a-v-a blogs que eu entrava, blogs que antes eram bacanas, e que depois que a quase mãe virou mãe de verdade, só vivia a colocar fotos do rebento. E não é que "o feitiço virou contra o feiticeiro"?
É que no fim das contas, parece que nada que anda acontecendo comigo tem realmente tanta importância. Afinal, quem quer saber que eu ando fuçando no "Monster"(site de empregos), e que agora descobri que t-o-d-o-s os empregos que seriam supostamente bons pra mim, ficam exatamente no local que eu morava antes?
Bom, isso já era-se de esperar. Mas mesmo assim...recebi um telefonema, uma entrevista fonada. Me enrolei toda. E mesmo eu sabendo que o local de trabalho é lá onde Judas perdeu as botas, ou seja, em Baltimore. A verdade é que estou morrendo de receios de voltar a trabalhar. Até a procura me assusta, ainda mais depois que eu sentei, comecei a pensar, e me dei conta que não trabalho pra valer (assustem-se) há 5 anos. Porque ser representante de escola canadense por 2 anos, au pair por mais 1, e mãe/esposa por quase 2...é o que dá: mulher por muito tempo fora do mercado.
E isso não há de ser tarde! Espero.
Ahhh, também tem os grilos (sério...grilos de verdade) que andam pulando em casa cantinho da casa. E eles não são verde...são marrom, horrorosos, nojentos. Pior que isso só barata. Então, só pra não perder o costume (e mostrar que na vida há mais do que espinhos), seguem mais algumas fotos que tirei aqui em frente de casa...Rebecca agora fica de pé segurando em só uma das minhas mãos...e parece que fica sambando, as pernas balançam, balançam, mas ela não cai! Só não sorrí ao mesmo tempo, aí seria demais né. E minha vida segue com a alegria desses pequenos prazeres...
E hoje, uma chiqueza só...fui na casa da Claudinha comer comidinha brasileira preparada pela mãe dela... ehhh delícia. Com isso digo: feijão temperadinho com linguiça (ai!), arroz, farofa com bacon, maionese e bife. Nowadays, tem coisa melhor não! E a Rebecca, virou modelo particular mesmo da Clau...uma farra. Depois venho colocar (mais) fotinhos da sessão.
Bjs,











